segunda-feira, 25 de abril de 2011

Morde & Assopra: Irritada com tanta censura, Lavínia tira satisfação com Oséas!



Vendo como sua relação com Oséas (Luis Melo) mudou depois do casamento, Lavínia (Nívea Stelmann) se cansa com tanta censura. A gota d´água foi a intromissão do marido até no guarda-roupa da moça, exigindo que Dora (Sandra Barsotti) a ajude a repaginar seus modelitos. Indignada, a morena decide ir reclamar com o banqueiro em seu escritório.
“A sua irmã foi separar minhas roupas, como você pediu. Eu até concordei, porque sei que às vezes exagero um pouco nos decotes, no comprimento das saias. Mas ela quer jogar quase tudo fora”, resmunga, invadindo a sala dele.
Dissimulado, o banqueiro tenta amenizar a situação, dizendo que vai presenteá-la com um cartão de crédito sem limites, para a esposa comprar o que quiser. Magoada, Lavínia desabafa: “Você me conheceu assim, do jeito que eu sou. Com o meu jeito de vestir. Se arrependeu de casar comigo?”, questiona.
Percebendo que a mulher não está disposta a recuar, ele tenta acalmá-la: “Claro que não. Eu não vou me arrepender nunca! Mas agora você é a esposa de um banqueiro. E a minha irmã não vai te proibir de usar roupa nenhuma. Ela só está te aconselhando. Vamos, se acalme querida, estou no meio do expediente, com muitos problemas para resolver”, ameniza.
Lavínia se desculpa com o marido, que pede que Fernando (Rodrigo Hilbert) a leve de volta para casa. Percebendo que a antiga amada está diferente, o mauricinho pergunta o que está acontecendo e ela conta o imprevisto ocorrido na lua-de-mel.
Fernando dá razão ao pai e deixa Lavínia ainda mais abatida: “Mas é você quem provoca isso. Você tem um veneno!”, comenta. Arrasada, a morena sai correndo para o quarto e cai no choro.

Morde & Assopra: Clima esquenta entre Isaías e Virgínia!



Depois do encontro no quarto de Virgínia (Bárbara Paz), Isaías (Ary Fontoura) faz de tudo para conseguir momentos a sós com a beldade. Pensando nos benefícios de ter o prefeito aos seus pés, Virgínia dá corda para o marido de Minerva (Elizabeth Savalla).
Com a desculpa de visitar o galpão destinado para a equipe de Júlia (Adriana Esteves) guardar os fósseis, Virgínia e Isaías fazem uma visita ao imóvel, sozinhos.
A moça comenta a generosidade do prefeito, que não perde tempo em elogiar os atributos da assistente de Júlia. “Sou tão generoso quanto o seu silicone”, provoca o prefeito. Virgínia entra no jogo de sedução. “Sabe que eu tenho um fraco por homens mais velhos?”, diz, jogando charme.
Os dois continuam a trocar elogios quando Xavier (Anderson di Rizzi) entra no galpão gritando pelo prefeito. Por sorte, Virgínia escuta a voz do sargento a tempo de eles se arrumarem.
Xavier chega e explica que a primeira-dama está procurando pelo prefeito. Ainda atrás do sofá, Isaías inventa uma desculpa para terminar de se recompor: “Estamos aqui avaliando o acervo dos dinossauros. E não devia ter nos interrompido, sargento, porque essa foi uma expedição científica!”.
O prefeito afirma que vai ao encontro de Minerva e se encaminha para a porta de saída, mas é interrompido. “Seu prefeito, esqueceu os sapatos!”, observa o sargento. Com o máximo de naturalidade, Isaías pega o calçado da mão de Virgínia e sai do galpão de cabeça erguida.

Bastidores de Cordel Encantado: Aprenda a receita do doce que encantou Rei Augusto!



Maria Cesária (Lucy Ramos) é um cozinheira de mão cheia. A contragosto de Ternurinha (Zezé Polessa), ela começou a trabalhar na cozinha do Palácio do Governo, em Brogodó, onde Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) e toda a realeza de Seráfia estão hospedados. Não demorou para a majestade se encantar pela beleza da jovem cozinheira, e por seus quitutes.
Ela preparou um "Coração de Moça" e o deixou na porta do quarto do rei. Ele ficou enfeitiçado pelo sabor do doce: "Divino!".
Aprenda também a fazer a receita deste doce que encantou Rei Augusto e o deixou mais maravilhado com Maria Cesária.

A receita abaixo rende 5 tabuleiros, o que equivale à 80 corações de moça.

Ingredientes:

Massa:
32 colheres de sopa de *açúcar (refinado) peneirado
24 ovos
16 colheres de sopa de trigo
16 colheres de sopa de fécula de batata
8 colheres de chá de fermento

*famoso açúcar de confeiteiro, bem fininho

Recheio de doce de leite:
3 latas de leite moça
6 gemas
1 creme de leite sem soro

Cobertura:
1 Kg de açúcar (refinado) peneirado
1 xicara de chá de leite

Mode de fazer:
Separe as claras da gema, acresente o açúcar e bata na batedeira até ficar bem clarinho. Em um recipiente misture o restante dos ingredientes, muito bem misturado.Depois coloque na batedeira e misture. Bata as claras em neve e acresente na mistura.
Unte o tabuleiro e leve ao forno a 250ºC por 5 minutos.

Recheio:
Cozinhe as latas de leite moça em uma panela de pressão, depois em um recipiente acresente doce de leite cozido e as gemas.Misture bem. Leve ao fogo depois de ferver, acresente o creme de leite e desligue o forno. Mexa bem.

Depois monte os bem-casados com a forma e tamanho desejado.

Cobertura:
Leve ao fogo em banho maria todos os ingredientes, até formar um casquinha fina e consistente.Tire do fogo,mexa e despeje por cima do bem-casado. Deixe secar, retire o excesso. Depois é só decorar.

Bastidores de Cordel Encantado: Folclore brasileiro influencia os cenários de Cordel Encantado!



Produtora de arte de Cordel Encantado, Ana Maria de Magalhães define a mistura de elementos do folclore brasileiro como o principal ingrediente da novela. Para Ana Maria, o desafio é trabalhar com uma trama que não está presa a uma época específica. "Em Cordel, existe uma liberdade com que eu nunca tinha trabalhado. E, por mais que a trama seja fantasiosa, há um princípio para o comportamento dos personagens. Foi isso o que deu mais trabalho”. Confira a entrevista com a produtora de arte:

Quanto tempo de pesquisa foi necessário para a produção de arte?
A Amora (Amora Mautner, diretora-geral da novela) me chamou em setembro do ano passado. Eu fiquei muito assustada, porque a novela era muito diferente. Entrei no final de outubro para produzi-la. Na verdade, objetivamente, só tivemos dois meses de pré-produção. Uma novela desse padrão é como se fosse duas tramas das oito em uma das seis. Então, foi um tempo curto.

Qual é o maior desafio em Cordel?
A novela é um desafio porque ela é de época, mas não está presa a uma data. Tem uma liberdade com que eu nunca tinha trabalhado. Mas nem por isso deixou de ter pesquisa, e todo dia tem uma novidade, todo dia é uma dificuldade. Lidar com a parte de realeza, por exemplo, é complicado, porque não é o nosso universo. Nós tivemos uma corte no Brasil muito diferente. A gente foi olhar a realeza europeia do final do século, os costumes, os modos à mesa, o serviço à francesa. Por mais que a trama seja fantasiosa, existe um princípio para o comportamento dos personagens. Foi isso o que deu mais trabalho.

Quais ingredientes você buscou para definir cada núcleo?
No núcleo de Brogodó, acho que a vida foi a principal fonte. Sou filha de baianos, já fiz várias novelas rústicas desse tipo, como Roque Santeiro. O universo do folclore é muito importante. Nos quartos de Cordel Encantado, tudo aquilo que a gente coloca tem muito artesanato popular, desde as roupas de cama até as almofadas. Como a novela não é passada em um lugar específico do Nordeste, usamos um conjunto de coisas, salpicamos elementos de cada lugar para montar esse universo.

Como trazer o lúdico para uma novela de época?
Acho que o principal ingrediente é o romantismo. No quarto da Antônia (papel de Luiza Valdetaro), por exemplo, você percebe que ela é cheia de objetos românticos. Açucena também, que é uma jovem. Tem ainda os objetos na parede - a gente misturou muita coisa. Usamos também muitas peças mineiras, porque acho o folclore mineiro muito rico, em tapeçaria, objetos. É uma mistura, um mini-Brasil.

Bastidores de Cordel Encantado: França e Nordeste brasileiro servem de cenário para Cordel Encantado!



A equipe de Cordel Encantado viajou à França e ao Nordeste brasileiro para gravar cenas da novela. De 31 de janeiro a 7 de fevereiro, o lindíssimo Castelo de Chambord, no Vale do Loire, serviu de cenário para o reino de Seráfia. Já a cidade fictícia de Brogodó foi ambientada nos municípios de Canindé de São Francisco, em Sergipe, e em Olho d´Água do Casado, Delmiro Gouveia e Piranhas, em Alagoas.
Na Europa, aconteceram as primeiras gravações da novela e participaram os atores do núcleo da realeza. O clima na viagem foi de muita animação e, principalmente, união, segundo Alinne Moraes: “Foi ótimo ter começado lá. É bom para a equipe se juntar e se conhecer”. As gravações contaram com mais de 200 figurantes franceses. Para as externas, foram utilizadas cinco carruagens, entre elas uma que também fez parte do filme ‘Maria Antonieta’, de Sofia Coppola.
No Brasil, o cânion do Rio São Francisco, que se estende pelos estados de Sergipe e Alagoas, serviram para as belas locações dos arredores da cidade de Brogodó. O cenário paradisíaco do cânion serviu de inspiração para os atores, que ficaram deslumbrados com o visual das locações.
No Nordeste também foram gravadas cenas da chegada e partida da corte de Seráfia de volta para a Europa, além de outras sequências. Carmo Dalla Vecchia aproveitou a viagem para colocar em prática sua paixão pela fotografia e fez lindas fotos.

Cordel Encantado: Felipe intercede e noivado de Antônia e Inácio é cancelado!



Desde que conheceu Antônia (Luiza Valdetaro), Inácio (Mauricio Destri) está disposto a qualquer coisa para ficar com sua amada. Mas parece que ele passou um pouco dos limites. O infante chega à casa de coronel Januário (Reginaldo Faria) com o dote para se casar com sua filha. Mas quando vai entregar o pacote de dinheiro, Felipe (Jayme Matarazzo) e Doralice (Nathalia Dill) entram a tempo de impedi-lo.
Ele afirma que o dinheiro não pertence a seu irmão, e Januário exige uma explicação. “Inácio, Maria Cesária foi presa, acusada de roubar esse dinheiro”, diz Dora.
Diante da notícia, Inácio acaba assumindo que roubou o dinheiro que Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) deu ao prefeito e ainda deixa escapar que fez isso por desespero, já que sua mãe não autorizou o casamento.
Antônia fica decepcionada com tantas mentiras e sai correndo, aos prantos. Inácio vai atrás de sua amada, e Felipe e Dora seguem o casal.
Mas quem encontra Antônia é Cícero (Miguel Rômulo), que é apaixonado por ela. Chorosa, a filha do coronel conta o que aconteceu e então Inácio chega. “Vá embora! Não quero falar com você!”, ela afirma.
Depois a irmã de Timóteo (Bruno Gagliasso) diz que precisa ficar sozinha, mas, ao sair correndo, passa mal e desmaia. Cícero a acode e manda Inácio não se meter em seu caminho, pois vai levá-la para casa. Inácio fica arrasado.

Cordel Encantado: Herculano desconfia de que Açucena seja a Princesa Aurora!



Em meio à aflição com o desaparecimento da filha, Euzébio (Enrique Diaz) e Virtuosa (Ana Cecília Costa) recebem uma visita inesperada. Disfarçado de lavrador, Belarmino (João Miguel) pede um pouco de água, entra na casa e logo percebe que o casal está agoniado. Quando o cangaceiro pergunta se eles têm uma filha, Euzébio resolve dar um fim à conversa: “Sua pergunta foi em vão. Aqui não tem moça nenhuma. Agora que o senhor já matou sua sede, pode tomar seu rumo”.
Belarmino deixa o local, mas escuta um menino chegar e dizer para os pais de Açucena (Bianca Bin) que a moça está em Vila da Cruz. “Preciso contar pro Capitão... Se esses dois estão tentando esconder a filha, ela só pode ser a tal princesa!”, diz para si mesmo o braço direito de Herculano (Domingo Montagner).
Já na tenda do Rei do Cangaço, Bel fala de sua desconfiança e deixa o capitão intrigado. “Açucena... Ôxe! Já ouvi esse nome antes. Mas onde? Quem me falou esse nome?”, questiona Herculano. Durante uma conversa com Cândida (Ilva Niño), o cangaceiro consegue se lembrar de onde vem o tal nome: “A noiva de Jesuíno se chama Açucena. O mesmo nome da filha que o tal casal escondeu de Bel. Minha mãe! Será possível que a noiva de Jesuíno é a princesa, filha do rei?”. Imediatamente, Herculano pede para prepararem seu cavalo e resolve ir tirar prova de sua suspeita.

Cordel Encantado: Rei Augusto e Maria Cesária se beijam!



Antes de voltar para Seráfia, Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) resolve se despedir de Maria Cesária (Lucy Ramos) e a convida para um encontro especial. Em um lugar bonito, ele e a cozinheira aproveitam o dia e se divertem em um romântico piquenique.
Na hora de ir embora, o rei pega a mão da moça e eles dançam, imaginando uma bela música. “Maria Cesária... Poucas vezes eu me senti tão feliz. Esse foi um dos dias mais bonitos da minha vida”, ele confessa. A jovem lamenta que Augusto esteja de partida: “Pra mim, esse foi o dia mais feliz do mundo. E vai ser pra sempre, porque... nunca mais nada disso vai acontecer de novo”.
Rei Augusto se aproxima de Cesária e diz que precisa de uma lembrança da moça. “Tenho medo de ser precipitado se fizer uma coisa. Mas tenho ainda mais medo de me arrepender se não fizer”, afirma e dá um beijo apaixonado na cozinheira. Os olhos da moça se enchem de lágrimas, e ela detém Augusto na tentativa do segundo beijo.
Questionada se não havia gostado, Cesária responde: “Não. Eu adorei. Mas agora vou passar a vida lembrando do sabor desse beijo... Procurando por ele em tudo que é mistura de tempero. E não vou encontrar nunca mais ele”.
Chorando, a cozinheira pega o cesto do piquenique e caminha em direção ao carro. E assim o rei vai embora amargurado.

Cordel Encantado: Rei Augusto paga fiança e livra Maria Cesária da cadeia!



Acreditando que sua filha está morta, Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) volta ao palácio do governo disposto a arrumar tudo e voltar para Seráfia. Até que a Rainha-mãe Efigênia (Berta Loran) traz uma notícia urgente: Maria Cesária (Lucy Ramos) foi presa acusada de roubo.
Sem pensar duas vezes, o rei corre para a delegacia. Batoré (Osmar Prado) leva um susto ao se deparar com Augusto em frente a sua mesa. “Quero falar com Maria Cesária imediatamente!”, exige.
Em um canto da cela, a cozinheira chora e reza. Ao avistá-lo, Maria Cesária afirma que não roubou nada. O rei a abraça e garante que vai tirá-la de lá.
“Maria Cesária, um rei convive com todo tipo de gente... Eu conheço as pessoas. Não precisa se explicar. Tenho certeza de que você não pegou nada”, diz.
Augusto pergunta ao delegado se ele tem provas que incriminem Cesária. Dona Ternurinha (Zezé Polessa) diz que seu depoimento já basta e Batoré afirma que ela continuará presa até o dinheiro aparecer.
“A não ser que alguém pague uma fiança pra ela responder ao processo em liberdade! Não é, delegado?”, sugere Patácio (Marcos Caruso) maliciosamente.
Rei Augusto garante que vai pagar o que precisar para tirá-la da cadeia. O líder de Seráfia volta com o dinheiro e Maria Cesária é liberada.
Ela fica muito agradecida e o rei faz questão de deixá-la em casa. Augusto conta que descobriu que sua filha morreu há muitos anos e por isso está indo embora de Brogodó. Maria Cesária não esconde a tristeza e pergunta se os dois ainda se encontram antes de ele partir. “Certamente!”, responde o rei e beija a mão da cozinheira.

Cordel Encantado: Herculano faz Augusto acreditar que Aurora está morta!



No carro com Nicolau (Luiz Fernando Guimarães), Príncipe Felipe (Jayme Matarazzo) e General Baldini (Emilio de Melo), Rei Augusto (Carmo Dalla Vecchia) é cercado por Capitão Herculano (Domingos Montagner) e seu bando. O Rei do Cangaço faz sinal para a majestade sair do carro, e diz que sabe onde está a Princesa Aurora. “Encontrei o paradeiro de sua filha! Vou lhe dizer como chegar lá!”, afirma o cangaceiro, que manda Zóio-Furado (Tuca Andrada) levar a comitiva até a casa onde está a mulher que teria ficado com a menina.
Baldini e Nicolau duvidam sobre a sinceridade dos cangaceiros, mas Augusto diz ter certeza de que eles estão dizendo a verdade. Chegando em um casebre simples do sertão, Zóio-Furado apresenta à realeza uma suposta dona-de-casa, chamada Zefa. Dona Cândida (Ilva Niño) se faz passar por mãe da mulher, que foi paga pelos cangaceiros. “Capitão Herculano disse que o rei perdeu sua filha faz vinte anos. Foi justo quando eu tomei uma menina para criar”, conta Zefa.
Augusto se interessa pela história e pergunta como foi que ela encontrou sua filha. Emocionado, ele escuta que certo dia uma moça muito bonita, com rosto delicado, roupa suja e segurando um bebê, bateu em sua porta.
Zefa descreve a mulher exatamente como era a rainha e Augusto lhe mostra uma foto de Cristina (Alinne Moraes) para saber se ela reconhece a mãe misteriosa. “Pois foi a Rainha Cristina que pôs a criança em meus braços, pediu que eu olhasse por ela, e partiu, sem dizer mais nada”, afirma a dona do casebre.
Muito mexido, Augusto pergunta por Aurora e fica confuso com as revelações de Zefa: “Peguei sua filha para criar com todo o amor. Que nem fosse minha... Mas meu amor não bastou para lhe garantir a vida. Ela morreu, pouco tempo depois que chegou.”
A revelação surpreende a todos. Felipe e Cândida tentam consolar o rei, que fica arrasado em saber que a filha está morta. “É estranho... Aqui dentro, eu não consigo acreditar. Eu sinto que Aurora está viva!”, diz ele. Questionada sobre a medalha de Santa Eudóxia, a cangaceira tenta disfarçar, dizendo que talvez a rainha tenha a perdido no caminho. Nicolau percebe a tensão entre Zefa e Dona Cândida.
Rei Augusto chora no falso túmulo da princesa e, como gratidão, entrega dinheiro à Zefa por ter cuidado e dado carinho à Aurora, ainda que ela estivesse muito fraca para sobreviver. Na hora de partir, Nicolau deixa seu relógio em uma cadeira, sem que ninguém perceba, e parte com sua comitiva.
 
Modificado por Louco's por TM'J